sábado, 3 de novembro de 2012

Algumas obras de 1989 e 2001

Recentemente, alguns amigos fizeram-me chegar imagens das obras de minha autoria que têm na sua posse. Aqui ficam algumas delas:

"Mon Diego", 1989, óleo s/tela (Col. José Santos)


"Interioridade", 1989, acrílico s/tela (Col. José Santos)


"O Camponês e Suas Propriedades", 1989, acrílico s/tela (Col. José Santos)


"Mineiros", 1989, guache s/papel (Col. João Fernandes)


"Viagem de Estudo de Dom Quixote e Dulcineia a Timor", 2001, acrílico s/tela (Col. João Fernandes)


N.B. - Qualquer utilização/reprodução das imagens deverão respeitar os direitos de autor e de propriedade das obras.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

25 de Abril

Sérgio Reis - "Ecos e Sombras", acrílico s/tela © 2011


"25 DE ABRIL

Esta é a madrugada que eu esperava

O dia inicial inteiro e limpo

Onde emergimos da noite e do silêncio

E livres habitamos a substância do tempo"



Sophia de Mello Breyner Andresen

ESTA GENTE

Sérgio Reis, "Esta Gente", acrílico s/tela © 2011

Esta Gente. Desenho e pinto esta gente, sem volume nem sombra, corpos superficiais com uma dimensão quase gráfica, erguidos como sinais na berma dos caminhos, destacando-se ou fundindo-se em horizontes sombrios ou já de esperança.
Esta Gente em poses de grupo e procissões ,“cujo rosto / Às vezes luminoso /E outras vezes tosco // Ora me lembra escravos /Ora me lembra reis (…)” (1). Rostos vazios, anónimos, desenhados pela ausência e pela distância, suficientemente transparentes para cabermos quase todos neles, para nos revermos uns aos outros em todos nós.


Sérgio Reis

(1) “Esta Gente”, de Sophia de Mello Breyner Andresen ("Geografia", 1967)

quarta-feira, 30 de março de 2011

AQUARIUS

Sérgio Reis - Aquarius, 2011, acrílico s/tela © 2011
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"Age of Aquarius" - The Mamas and the Papas, "Hair" (1960)

HORIZONTES FLUTUANTES

Horizontes Flutuantes, 2010, acrílico s/tela

Cada Dia a Cada Um a Liberdade, 2010, acrílico s/tela .
O Anjo Dentro do Quadro II, 2010, acrílico s/tela


Abraço-te Enfim Amor Adeus, 2010, acrílico s/tela


A Máquina de Sonhar I, 2010, acrílico s/tela


A Máquina de Sonhar II, 2010, acrílico s/tela



Horizontes II, 2011, acrílico s/tela

domingo, 26 de setembro de 2010

A Casa do Mundo

O ponto de partida sempre foi o desafio de captar ambientes e sensações através de formas e cores. Não se trata de uma mera representação mas sim de repetidos exercícios de fixação de espaços voláteis, com contrastes de luz, cheios e vazios, repletos de presenças e de ausências, sombras, personagens abstractos que “vão e voltam, atravessam os quadros, saem de um para regressar noutro, passeiam através deles” (Teolinda Gersão). Pairam, diluem-se na cena, desaparecem em seguida nos seus armários e armaduras de fantasmas emancipadores do homem, anjos e demónios libertadores. (1)

“Aquilo que às vezes parece
um sinal no rosto
é a casa do mundo
é um armário poderoso
com tecidos sanguíneos guardados
e a sua tribo de portas sensíveis.
…………………………………
“Acendo os interruptores, acendo a interrupção,
as novas paisagens têm cabeça, a luz
é uma pintura clara (…).”

“A Casa do Mundo”, de Luiza Neto Jorge (“O Seu a Seu Tempo”, 1966)
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"O Segredo de Lázaro" - Díptico: "O Peso do Corpo"; "O Peso da Memória"

"Desertos Flutuantes", 2008

"Marcas do Tempo", 2008

"A Margem Clara - Os Viajantes", 2009 - Col. Museu Municipal de Resende

"Horizonte I", 2010 - Col. Particular
(1) - Catálogo da exposição no Museu Municipal de Resende (2010).

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Pára-vento 2010

Pára-vento, 2010